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  • Abertura do Jubileu
    Dia 4 de Novembro de 2012, na Casa do Porto, estivemos reunidos, Irmãs, Filiados e alguns amigos para comemorarmos juntos os 125 anos de presença em Portugal, os 22 anos da Beatificação da nossa fundadora Luísa Teresa de Montaignac e as Bodas de Prata de Vida Religiosa das Irmãs Maria de Lurdes e Maria Guilhermina.
  • Primeiras Oblatas em Portugal
    D. Maria Emília Luísa Bolhmann de Miranda e sua filha Carolina de Miranda foram as primeiras Oblatas do Coração de Jesus, em Portugal


 


 


 


 
Acções do Documento

História

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 “Pequenos carvões dispersos não podem produzir chama nem calor:

reunidos, podem acender

uma grande fogueira capaz de aluminar e aquecer o mundo.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A intuição da Senhora de Raffin está na origem do nosso Instituto.
 

Formação do instituto das OCJ

“Gênese ou história de um século”

A Associação de mulheres cristãs unidas pela devoção ao Sagrado Coração à volta de Luísa Teresa de Montaignac adquire a sua autonomia em 1874. Clique para conhecer a fundadora
Ela toma o nme de Pia União das Oblatas do Sagrado Coração e vive segundo as regras aprovadas pelo bispo de Moulins. (Nota: “Pia União” termo canônico que designa um Instituto em formação)
A Pia União conta, em 1879, 150 membros repartidos em 12 dioceses e 3 casas.

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Ela se compõe de algumas Oblatas Professas vivendo em comum e sobretudo Oblatas de Reunião e Senhoras Agregadas vivendo sozinhas ou nas famílias.
As Oblatas de Reunião encontram-se todos os meses e formam uma “Reunião” em ligação com o centro de Montluçon e os outros centros.
As Senhoras Agregadas têm regras de vida mais flexíveis.

Luísa Teresa solicita ao Papa Leão XIII o reconhecimento da Pia União das Oblatas do Sagrado Coração. Um breve laudativo (decreto de louvor sobre a oportunidade do Instituto) é concedido em 1881.

O Capítulo de 1880 elege Luísa Teresa Superiora Geral, para manter a unidade entre os membros da Pia União e entre os centros.
As Constituiç~es elaboradas em 1883, contêm, num só livro, a Ideia Geral da Pia União, as Regras das Oblatas Professas, o Diretório das Oblatas de Reunião e o regulamento das Senhoras Agregadas. Um livro único, exprime a unidade vivida dede o princípio.
Ao votos para as Oblatas Professas e de Reunião são explicitados em 1886.

Num contexto laico, o ramo das “Oblatas Professoras” vai constituir-se entre 1890 e 1895. Consagradas ao Sagrado Coração pela Oblação, ligadas pelos votos de castidade e de estabilidade, como as Oblatas de Reunião, elas dependem das Oblatas Professas. Não usam nenhum distintivo exterior, assemelham-se às instituições cristãs laicas e podem continuar o ensino quando ele é proibido aos Religiosos em 1904. Elas serão responsáveis de numerosas escolas em França.
Em 1895. Roma reconhece a Congregação das Oblatas do Sagrado Coração .
As Oblatas Professas Religiosas compõem-se de Oblatas Zeladoras e Oblatas Coadjutoras, pronunciando os três votos. Esta distinção, reproduzindo as classes da sociedade é abolida em 1964. Mas a intuição de origem de penetrar o mundo pelas mulheres cristãs vivendo no mundo segundo os votos, não é reconhecida por Roma que considera as Oblatas de Reunião e as Oblatas Professoras como Obras da Congregação! Ela podem emitir votos privados.
Durante mais de meio século, as Oblatas Professoras e as Oblatas de Reunião permanecem ligadas à Congregação dependendo das Oblatas Professas.
A Constituição Apostólica “Provida Mater” de Pio XII em 1947 depois, o Concílio Vaticano II entreabriram portas:
Pio XII reconhece a autenticidade da vocação secular consagrada na Igreja.
O Concílio Vaticano II pede aos Religiosos para se renovarem e voltar às intuições de origem dos seus fundadores e fundadoras.
Nos anos pós-conciliares,, um importante trabalho de “aggiornamento, de volta às fontes foi realizado pelo conjunto das Oblatas.

Depois do capítulo de 1966-1967, o grupo das Oblatas Seculares, constituído pelas Oblatas de Reunião e pelas Oblatas Professoras, é reconhecido por Roma como “associação de perfeição” agregado À Congregação com a emissão dos três votos.
O Instituto das Oblatas do Coração de Jesus compreende então oficialmente as Oblatas Religiosas e as Oblatas Seculares,
Estruturas (Conselhos...), Constituições das Oblatas Religiosas, Estatutos das Oblatas Seculares são revistos.

A intuição de origem redefinida no Capítulo de 1979-1978, é aprovada por Roma em 1982.
“A Oblação ao Coração de Jesus reúne, no Instituto, Religiosas, Seculares, Filiadas e Casais Filiados (o termo Filiada substituiu o de Agregadas) para uma mesma missão.
As Oblatas Religiosas, vivem em comunidade, fazem os votos de castidade, pobreza, obediência, segundo as Constituições.
As Oblatas Seculares, leigas consagradas, permanecem no seu meio de vida e azem os votos de castidade, pobreza e obediência segundo os seus Estatutos.
As Oblatas Filiadas, celibatárias ou casadas, e os Casais Filiados, vivem do espírito de Oblação, segundo as suas Orientações de vida, sem compromisso de votos.”
Clique para descobrir as Oblatas Religiosas, Seculares, Filiadas.

A celebração do centenário da morte de Luísa Teresa em 1985 e a sua beatificação em 1990 suscitaram umna renovação das vocações de Oblatas Filiadas e de Casais Filiados com uma nova redação das Orientações de Vida.

O Capítulo de 2000 realiza a unidade do Instituto querida por Luísa Teresa.
Novas estruturas de governo permitem a participação dos Três ramos: Religiosas, Seculares, Filiadas, são aprovadas pela Santa Sé em 1001 com o Livro de Vida entregue a cada Oblata. Compõe-se de um parte comum a todas as Oblatas (oblação, carisma, missão) e partes próprias às Religiosas (Constituições) Seculares(Estatutos), Filiadas (Orientações de Vida).

Fundações fora de França

Em resposta a pedidos ou a necessidades, por intermédio de pessoas, muitas vezes em ligação com a devoção ao Sagrado Coração, o Instituto implantou=se fora de França, criando casas como centro do obras.
Oblatas Religiosas, Oblatas de Reunião, numerosas Oblatas Professoras deram-se generosamente contribuindo para dar a conhecer o Amor de Deus, pelo ensino, a pastoral, os eretiros o serviço dos pobres, os tratamentos...

Datas de fundações noutros países

1887: Portugal, Lisboa – obras diversas (pobres...)
1894: Polônia, Cracóvia - escola de Samueis
1894: El Salvador - colégio
1903: Nicarágua, Granada – colégio
1908: Bélgica, Namur – Retiros, lares para jovens
1945: Guatemala, - escola
1951: México, México – colégio
1952: R,D.C., Libenge – escola
1969: Honduras – paróquia
1980: Panamá – Formação de jovens (noviciado...)
1985: R.C.A., Mobaye – missão
2002: Brasil, Buriticupu-MA – paróquia

Segundo os países, as missões se desenvolveram e foram variando no decorrer dos tempos.
Hoje, as Oblatas do Coração de Jesus estão presentes em cada um destes países.
Clique para descobrir a nossa acção