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Acções do Documento

Formação na Casa Mãe, 25 de maio a 27 de junho de 2015

25 mai 2015

Palavra de abertura:

Queridas Oblatas (Oblatos)
Desejo-lhes as boas vindas à nossa Casa Mãe, este lugar de fundação, para esta experiência única que deve ser, e será certamente, cheia de sentido para as suas vidas de Oblatas.

Vimos de 3 continentes, de 11 países e representamos os três ramos do Instituto. Somos de diferentes culturas, de diferentes nações, línguas, e tradições. Para a maior parte de vocês é a primeira vez que vêm a este lugar, que é o berço do Instituto.
Para nós Oblatas (Oblatos), a Casa Mãe permanece um lugar aonde vimos refazer-nos, forjar a nossa identidade e a nossa missão. É o lugar de encontro, é a fonte. Foi aqui que recebemos a missão e fomos enviadas para ser presença viva da ternura, da misericórdia e da consolação de Deus no nosso mundo.

Convido-as a viver este tempo de formação sobre a espiritualidade do Instituto como uma peregrinação. Seria bom viver estas poucas semanas com um espírito de peregrino e fazer desta experiência única, um acontecimento de graça nas suas vidas e na vida do nosso Instituto. 

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O peregrino tem os olhos fixos num objetivo a atingir. Vocês são chamadas a encarnar o coração de Cristo, a serem suas testemunhas, portadoras e servas, na vida de todos aqueles que lhes são confiados. Não há outro caminho senão o de Jesus Cristo. Olhem bem para Ele durante as próximas 5 semanas, deixando o Espírito transformá-las cada vez mais em discípulos.

O peregrino leva pouca bagagem, unicamente o essencial. Façam o mesmo. Não percam o seu tempo com coisas que não serve para aquilo que procuram. Trata-se de se abrir à ação transformadora de Deus.

O verdadeiro peregrino caminha descalço. É um sinal de humildade. Peço a cada uma, a cada um, que viva estas poucas semanas estando consciente que se pode sempre aprender algo de novo e aprofundar sempre mais.

O peregrino levanta-se cedo, para caminhar antes do sol escaldante do meio dia. É um dos aspetos do esforço e da disciplina de que necessita para atingir o objetivo. Este curso não é “académico”, não confere Diploma... É por isso que não basta “fazer um esforço” somente no final... O fruto estará na medida do esforço de cada uma, de cada um, para viver cada dia segundo o que ele crê, segundo o seu desejo de avançar para onde Deus quer e da maneira que ele quiser.

O peregrino aprecia a beleza do mundo e das artes. Em França, (na Casa Mãe) há muita arte e muita beleza da qual podem aproveitar. Mas o mais belo é sempre a pessoa humana. Sobre o caminho (este percurso) terão ocasião de conhecer-se mutuamente e em profundidade. É uma experiência única e vital: fazer-se conhecer e conhecer o outro. Isso as ajudará mais na sua missão de Oblata.

Fazer uma peregrinação é uma experiência de comunhão. O caminho, o mesmo objetivo, as dificuldades, tudo isso cria laços fortes entre os peregrinos. Espero que seja assim para vocês, durante estas semanas porque, na união, se ajudarão mais, se sentirão mais apoiadas, em segurança, livres, felizes; condições que ajudam ao aprofundamento do nosso carisma e ao conhecimento de todo o Corpo. Uma experiência forte de comunhão lhes ensinará como suscitá-la depois, nas suas famílias, comunidades e grupos. “Nada é mais importante do que a união entre nós”. L.T.

Com todo o Instituto, em Igreja, somos peregrinos para a Casa do Pai, onde não há senão uma mesa e onde todos somos irmãs e irmãs.
Vêm de numerosos países, de culturas diferentes. Desejo-lhes que experimentem aqui a alegria da fraternidade, que não conhece divisões nem preconceitos de raça, de cultura ou de tradição, mas sim a felicidade de fazer parte desta grande família espiritual das Oblatas do Coração de Jesus.
Desejo que possam sair desta formação com um coração mais amplo, mais apto a comunicar àquelas e àqueles a quem são enviados; a animá-los, a trabalhar com coragem pelo Reino de Deus e à comunhão no Instituto, na Igreja. “A nossa missão é unir”. L.T.

Oferecendo-lhes este tempo privilegiado, as responsáveis lhes mostram que estão convencidas da importância da formação hoje, para as suas vidas de Oblatas. Fizeram todo o possível para que este tempo de formação seja para cada uma e cada um um tempo de graça, um dom de Deus; em particular para o que diz respeito à nossa Oblação, um apelo a um compromisso mais profundo, em resposta a este dom.
Desejo que aproveitem plenamente estas semanas... E, se viverem como o peregrino, com os olhos fixos em Jesus Cristo, sem bagagens inúteis, na humildade, na verdade, na transparência, no acolhimento e na comunhão... então, a experiência será verdadeiramente fecunda e produzirá muitos frutos nas suas vidas e em todo o Instituto.
Quero que saibam que muitas Oblatas rezam por vocês, nas comunidades, grupos e países.
Deixo-as com uma equipe coordenadora, competente e experiente.
Elas serão felizes de caminhar com vocês. Farão tudo o que puderem para as ajudar na conhecimento e aprofundamento da nossa espiritualidade.

Que o Senhor, por intercessão da Virgem Maria, nossa Rainha e Mãe e de Luísa Teresa, nos guie, nos acompanhe ao longo desta formação. Que o seu apelo ressoe mais profundamente em nós e nos traga uma nova esperança, alegre e forte, para esta peregrinação “fora das nossas tendas” para um Reino de graça e comunhão.

                                                                                Júlia Sousa

                                                                                Superiora Geral
 

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